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Surgimento de movimentos antivacina

Surgimento de movimentos antivacina


Como diversos medicamentos, tratamentos e prevenções, a vacina também pode ter efeitos colaterais. Esse é um dos diversos motivos do movimento antivacina ter surgido. Para entendermos o que é esse movimento, devemos investigar suas raízes.

Em 1998, o médico britânico Andrew Wakefield publicou um estudo que relacionava a vacina tríplice viral ao autismo em uma respeitada revista científica, a Lancet. Das 12 crianças com autismo analisadas no artigo, oito teriam manifestado a doença duas semanas depois da aplicação da vacina. A teoria era de que o sistema imunológico havia sofrido uma sobrecarga com a imunização.



Tempos após a publicação deste artigo, a Lancet se retratou e retirou o estudo de seus arquivos, pois Andrew teria alterado fatos e utilizado informações falsas. Mesmo após provarem que o estudo de wakefield estava equivocado, várias pessoas continuam até hoje acreditando na tese. Apesar de salvar de 2 a 3 milhões de pessoas anualmente, grupos têm defendido que a imunização seria responsável por problemas de saúde


Para o movimento antivacina, o correto seria iniciar a vacinação quando a pessoa estivesse com o sistema imunológico “maduro”. Acreditam também que as vacinas deveriam ser dadas uma de cada vez, e que o tempo entre as doses deveria ser maior. A justificativa das pessoas que defendem esse movimento é que aplicar doses combinadas ou simultâneas causaria uma suposta sobrecarga no nossos sistema imunológico.


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